Lipedema (síndrome gordurosa dolorosa) é uma doença vascular crônica e genética que provoca aumento desproporcional e dor nas pernas, afeta uma a cada dez mulheres e não tem cura, apenas tratamento. Entenda como se dá a doença, quais são as causas, diagnóstico e tratamento.

Lipedema é o acúmulo excessivo de gordura e inchaço principalmente nos membros inferiores, mas algumas vezes nos braços, sem acometer os pés e mãos, deixando a área sem proporção. O problema é muito frequente em mulheres, e ainda assim, pouco conhecido. Por isso, muitas vezes é diagnosticado e tratado como obesidade, varizes ou linfedema. No entanto, o diagnóstico correto faz toda a diferença no tratamento, que é bem específico.

Causas do lipedema


Não há muitos estudos claros e objetivos sobre o que causa o lipedema e essa acumulação excessiva de gordura nas pernas. Mas, se sabe que a genética é o principal fator causador da doença. Já os principais fatores desencadeadores são de origem hormonal: puberdade, gestação e menopausa.

Sintomas do lipedema


O lipedema precisa ser tratado, caso contrário, os sintomas persistirão, podendo piorar causando limitações. Confira:

Atenção: ao notar os sintomas, é preciso consultar um especialista: angiologista ou cirurgião vascular, para diagnosticar e prescrever tratamento para a doença.

Diagnóstico


Não há um exame específico capaz de indicar precisamente o lipedema nos estágios iniciais. Em casos mais avançados, o diagnóstico é mais evidente. Quando o lipedema está no início, se dá por meio de anamnese, exames físicos e outros que auxiliam o diagnóstico clínico, como ultrassom, tomografia e ressonância. O angiologista ou cirurgião vascular será capaz de detectar o problema.

Tratamento


O tratamento para lipedema depende muito do estágio da doença. Envolve tratamento clínico e/ou cirúrgico. Por ser uma doença crônica, os cuidados com a alimentação e atividade física devem ser adotados como hábitos. Confiras as medidas para tratamento do lipedema:

Importante: quando há casos de lipedema na família, mesmo sem sintomas, é ideal consultar-se com cirurgião vascular ou angiologista, para adotar hábitos de vida saudáveis para o sistema vascular e que podem ajudar a evitar a progressão e os sintomas da doença.

Fonte: GE Saúde | Associação Brasileira de Lipedema

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